quinta-feira, 21 de maio de 2009

Uma linda história

Eu tenho uma querida cunhada de nome Lila que sempre nos brinda (a mim e minha mulher) com e-mails super edificantes. O último que recebemos é simplesmente maravilhoso! Aí está, na íntegra, para abençoar todos os amigos do netgospel.com.br. É uma história verídica, narrada por JOHN POWELL, s.j., professor de Teologia da Fé, da Loyola University de Chicago, EUA.
“Um dia, há muitos anos atrás, eu estava de pé na porta da sala, esperando meus alunos entrarem para nosso primeiro dia de aula do semestre. Foi aí que vi Tom, pela primeira vez.
Não consegui evitar que meus olhos piscassem de espanto. Ele estava penteando seus cabelos longos e muito louros que batiam uns vinte centímetros abaixo dos ombros. Eu nunca vira um rapaz com cabelos tão longos. Acho que a moda estava apenas começando nessa época. Mesmo sabendo que o que importa não é o que está fora, mas o que vai dentro da cabeça, naquele dia eu fiquei um pouco chocado. Imediatamente classifiquei Tom com um “E” de estranho... muito estranho!
Tommy acabou se revelando o “ateista de plantão” do meu curso de Teologia da Fé. Constantemente, fazia objeções ou questionava sobre a possibilidade de existir um Deus–Pai que nos amasse incondicionalmente. Convivemos em relativa paz durante o semestre, embora eu tenha que admitir que, às vezes, ele era bastante incômodo. No fim do curso, ele se aproximou e me perguntou, num tom ligeiramente irônico:
- O senhor acredita mesmo que eu possa encontrar Deus algum dia?
- Não, eu não acredito! Respondi.
- Ah! - ele respondeu – Pensei que era este o produto que o senhor esteve tentando nos vender nos últimos meses.
Eu deixei que ele se afastasse um pouco e falei, bem alto: ‘eu não acredito que você consiga encontrar Deus, mas tenho absoluta certeza de que Ele o encontrará um dia’.
Ele deu de ombros e foi embora da minha sala e da minha vida. Algum tempo depois soube que Tommy tinha se formado e, em seguida, recebi uma notícia triste: ele estava com um câncer terminal. E, antes que eu resolvesse se ia à sua procura, ele veio me ver. Quando entrou na minha sala, percebi que seu físico tinha sido devastado pela doença e que os cabelos longos não existiam mais, devido à quimioterapia. Entretanto, seus olhos estavam brilhantes e sua voz era firme, bem diferente daquele garoto que conheci.
- Tommy, tenho pensado em você. Ouvi dizer que está doente! – falei.
- Ah, é verdade, estou seriamente doente. Tenho câncer nos dois pulmões. É uma questão de semanas, agora.
- Você consegue conversar bem a esse respeito? – perguntei.
- Claro, o que o senhor gostaria de saber?
- Como é ter apenas vinte e quatro anos e saber que está morrendo?
- Acho que poderia ser pior. – respondeu.
- Como assim? – perguntei.
- Bem, - respondeu – Eu poderia ter cinqüenta anos e não ter noção de valores ou ideiais, ou ter sessenta anos e pensar que bebida, mulheres e dinheiro são as coisas mais ‘importantes’ da vida.
Lembrei-me da classificação que atribui a ele: ‘E’ de ‘estranho’; (parece que as pessoas que recebem classificações desse tipo, são enviadas de volta por Deus para que eu possa repensar o assunto).
- Mas a razão pela qual eu realmente vim vê-lo – disse Tom – foi a frase que o senhor me disse no último dia de aula.
Ele se lembrava!... (pensei) - Tom continuou:
- Eu lhe perguntei se o senhor acreditava que eu encontraria Deus algum dia e o senhor respondeu ‘Não’, o que me surpreendeu. Em seguida, o senhor disse, ‘mas Ele o encontrará’. Eu pensei um bocado a respeito daquela frase, embora na época não estivesse muito interessado no assunto. Mas quando os médicos removeram um nódulo da minha virilha e me disseram que se tratava de um tumor malígno, comecei a pensar com mais seredade sobre a idéia de procurar Deus. E, quando a doença se espalhou por outros órgãos, eu comecei realmente a dar murros desesperados nas portas de bronze do paraíso. Mas Deus não apareceu. De fato, nada aconteceu. O senhor já tentou fazer alguma coisa por um longo período, sem sucesso? A gente fica cansado, desanimado. Um dia, ao invés de continuar atirando apelos por cima do muro alto atrás de onde Deus poderia estar... ou não... eu desisti, simplesmente. Decidi que, de fato, não estava me importando... com Deus, com uma possível vida eterna ou qualquer coisa parecida. E decidi utilizar o tempo que me restava fazendo alguma coisa mais proveitosa. Pensei no senhor e nas suas aulas e me lembrei de uma coisa que o senhor havia dito noutra ocasião: ‘A tristeza mais profunda, sem remédio, é passar pela vida sem amar. Mas é quase tão triste passar pela vida, e deixar este mundo sem jamais ter dito às pessoas queridas o quanto você as amou’. Então resolvi começar pela pessoa mais difícil: meu pai. Ele estava lendo o jornal quando me aproximei dele: ‘Papai’... eu disse. ‘Sim, o que é’? – ele perguntou, sem baixar o jornal. ‘Papai, eu gostaria de conversar com você’. ‘Então fale’... ‘É um assunto muito importante!’ O jornal desceu alguns centímetros, vagarosamente. ‘O que é’? - ‘Papai, eu o amo muito... Só queria que você soubesse disso”. O jornal escorregou para o chão e meu pai fez duas coisas que eu jamais havia visto: ele chorou e me abraçou com força. Conversamos durante toda a noite, embora ele tivesse que ir trabalhar na manhã seguinte. Foi tão bom poder me sentar junto do meu pai, conversar, ver suas lágrimas, sentir seu abraço, ouvi-lo dizer que também me amava!... Foi uma emoção indescritivel! Foi mais fácil com minha mãe e com meu irmão mais novo. Eles choraram também e nós nos abraçamos e falamos coisas realmente boas uns para os outros. Falamos sobre as coisas que tínhamos mantido em segredo por tantos anos, e que era tão bom partilhar. Só lamentei uma coisa: que eu tivesse desperdiçado tanto tempo, me privando de momentos tão especiais. Naquela hora eu estava apenas começando a me abrir com as pessoas que amava. Então, um dia, eu olhei, e lá estava ELE. Ele não veio ao meu encontro quando Lhe implorei. Acredito que estava agindo como um domador de animais que, segurando um chicote, diz: - Vamos, pule! Eu lhe dou três dias... três semanas... Parece que Deus não se deixa impressionar. Ele age a Seu modo e a Seu tempo. Mas o que importa é que Ele estava lá. Ele me encontrou... O senhor estava certo. Ele me encontrou mesmo depois de eu ter desistido de procurar por Ele.
- Tommy – eu disse, bastante comovido - o que você está dizendo é muito mais importante e muito mais universal do que você pode imaginar. Para mim, pelo menos, você está dizendo que a maneira certa de encontrar Deus, não é fazendo dEle um bem pessoal, uma solução para os nossos problemas ou um consolo em tempos difíceis, mas sim, se tornando disponível para o verdadeiro Amor. O Apóstolo João disse isto: “Deus é amor e aquele que vive no Amor, vive com Deus e Deus vive com ele’.
- Tom, posso pedir-lhe um favor? Você sabe que me deu bastante trabalho quando foi meu aluno. Mas (aos risos) agora você pode me compensar por aquilo. Você viria à minha aula de Teologia da Fé e contaria aos meus alunos o que você acabou de me contar? Se eu lhes contasse não seria a mesma coisa, não tocaria tão fundo neles!
- Oooh!... eu me preparei para vir vê-lo, mas não sei se estou preparado para enfrentar seus alunos.
- Então, pense nisto. Se você se sentir preparado, telefone para mim.
Alguns dias mais tarde, Tom telefonou e disse que falaria com minha turma. Ele queria fazer aquilo por Deus e por mim. Então, marcamos uma data.
Mas o dia chegou... e ele não pode vir.
Ele tinha outro encontro, muito mais importante do que aquele. Ele se foi... Tom havia dado o grande passo para a verdadeira realidade. Ele foi ao encontro de uma nova vida e de novos desafios. Antes dele morrer, ainda conversamos uma vez.
- Não vou ter condições de falar com sua turma, - ele disse.
- Eu sei, Tom.
- O senhor falaria com eles por mim? O senhor falaria... com todo mundo por mim?
- Vou falar, Tom. Vou falar com todo mundo. Vou fazer o melhor que puder.
Portanto, a todos vocês que foram pacientes, lendo esta declaração de amor tão sincera, obrigado por fazê-lo.
E a você, Tommy, onde quer que esteja, aí está: Eu falei com todo mundo... do melhor modo que consegui. E espero que as pessoas que tiveram conhecimento desta história, possam contá-la aos seus amigos, para que mais gente possa conhecê-la...”
Para você que leu... RETRANSMITA!
“Não diga para Deus que você está com um grande problema. Diga para seu problema que você tem um grande Deus!”

Porque eu não dou dizimo?

Não dou porque entrego; o dízimo não é meu, é do Senhor. Entrego de volta com alegria, fé e gratidão pelos 90% que ele me Deus. Lembro-me da minha época de novo convertido. Como era difícil devolter estes míseros 10% ao Senhor. Ah, como eu pequei naqueles primeiros meses. Priorizei minha vida, priorizei minhas vontades. Quando conseguia entregar o dízimo do Senhor, me sentia um coitado, e ficava pensando no que poderia ter feito com aquele dinheiro.
Como qualquer infiel, eu criava diversas justificativas lógicas e teológicas para explicar que não deveria entregar o dízimo. Muitos até concordavam com meus argumentos; mas um dia descobri algo tremendo:
Dizimar faz bem. É maravilhoso dizimar. Quando recebo meu pagamento, ou recebo qualquer outro dinheiro mediante a serviços prestados ou oferta recebida, fico "ansioso" para chegar o momento de entregar nas mãos de Deus aquilo que é Dele.
Na verdade, enquanto aquele dinheiro está comigo, me sinto mal. Sei que você também se sentiria mal se alguém de extrema importância lhe confiasse guardar uma parcela de seus bens. Você ficaria preocupado e ansioso pela chegada deste alguém, para entregar-lhe devolta a sua propriedade.
Desde que me tornei dizimista fiel, nunca mais fui desamparado. Fiquei 1 ano desempregado, porém eu e minha esposa nunca ficamos sem comer, nos vestir; pagamos todas as nossas despesas diariamente, inclusive nosso aluguel (e algumas mordomias).
Do pouco que recebia com meus trabalhos "free-lancer", eu fazia questão de dizimar, e até ofertar.
Hoje sei, uma das melhores coisas que podemos fazer enquanto cristãos, é ser dizimistas fiéis. Somos fiéis a Deus, porque Ele é fiel a nós.
Nunca vi um justo desamparado, e nem a sua descendência mendigar o pão!

Testemunho Pastora Janethi T. de Menezes

Já fui curada de câncer, 2 vezes na minha vida, a medicina me trouxe este diagnóstico, mas eu rejeitei, eu orei, lutei, juntamente com nossos amigos, porquê eu sabia, que não era o meu tempo de morrer. Tive a Cristiane e o médico me proibiu de ter mais filhos e aí a última vez, que aconteceu, eu estava pra internar e tirar o útero, mas na hora de internar pra operar, o médico me olhou e disse não acreditar, que eu tivesse com a doença e que queria fazer outro ultra som, eu já tinha vários em minhas mãos. Mas este deu um resultado inesperado, não havia mais câncer e eu estava grávida. Dois dias antes, eu estava num culto, ninguém me conhecia e uma mulher me disse:-Ei você, Deus manda te dizer, que esta enfermidade era pra morte, mas ele hoje te dá o escape e o escape, foi a gravidez.
Mas não fica por aí, a palavra diz que o nosso adversário, anda ao derredor, bramando como um leão, procurando quem possa tragar... E durante os 6 meses de gravidez, ele tentou provocar o meu aborto, mas nós cercamos a gravidez, com oração. Aos 6 meses de gravidez, tive eclâmpsia e fiquei fechada num quarto escuro, com fortes dores de cabeça, vomitando e passando cada vez mais mal, até que o médico, chamou o meu marido e disse ter que fazer uma cirurgia rápida, pois não havia garantia de salvação, pra mãe e filha.
A família toda se reuniu, chorando muito e eu fui sem saber o que estava acontecendo para o bloco cirúrgico. Permitiram que o meu marido assistisse o parto, pois segundo eles, talvez eu não resistisse, ele entrou tão nervoso, que não percebeu que ao invés da bíblia, para me ler os salmos, pra me acalmar, ele levou o cantor cristão e o tempo todo, ficou com ele aberto de cabeça pra baixo sem notar, estava desesperado, arrazado...
Mas, nem homens, nem demônios, podem frustrar os planos de Deus pra nós. Eu saí do bloco cirúrgico, com minha filha e ela nem precisou ficar na estufa, louvores e honra sejam dados ao Senhor, enquanto eu viver.
A Poliane, cresceu, continuamos fazendo a obra, mas desde que me casei, pedia ao Senhor, um filho e um dia ele disse ao meu coração, que me daria um menino e o nome dele, seria Samuel (pedido a Deus) e eu agarrei a promessa e veio o meu pequeno Samuel.
Deus é fiel , mas temos um adversário, lembra Daniel?? Ele esperava algo de Deus, orou por 21 dias, depois o anjo veio e disse a ele, que desde o primeiro dia, que ele começou a orar, Deus mandou a resposta, mas o anjo teve que lutar, com o prínicipe pra chegar até Daniel, o que fortaleceu o anjo, foi que Daniel, não parou de orar, perseverou até o fim.
Samuel nasceu e com 30 dias, o levei ao posto para tomar a BCG (vacina), ele tomou, mas chegou em casa vomitando, com diarréia, e só dormindo. Passamos uma semana, por todos os hospitais de Belo Horizonte, os médicos constatavam ser uma pequena virose e voltávamos pra casa. Nisso chega um cunhado nosso dos EUA ,que é médico, quando viu o Samuel, ele já estava verdinho e muito magrinho, mas o adversário, estava cegando os médicos, ele nos fez tirar fotos com o menino, pensando que não o veríamos mais com vida.
Chegando no Hospital, ele foi levado direto ao CTI, entrou em coma e alí ficou por 8 dias. Estava perdendo o meu pequeno Samuel, fiquei com ele, apenas trinta dias e ele estava morrendo...
Numa noite a médica ligou, disse que ele estava morrendo, que era para nos prepararem, nós ouvimos a conversa pela extensão do telefone e eu e meu esposo, corremos para um local isolado, para orarmos. Alí naquele local, choramos, rolamos na terra, e clamávamos ao Senhor, não leve o nosso filho Senhor, tu nos deste, lembra?... voltamos pra casa, mas meu esposo não conseguiu ficar em casa.
A casa estava cheia de parentes e amigos, que já estavam se preparando para um velório, a morte já estava alí por perto, parecia o fim... Mas meu marido foi ao monte, chegando lá, ele orava sozinho e o Senhor falou ao teu coração:- Desce, que eu já te entreguei a benção!!!
Ele pensou que por causa do cansaço, estava ouvindo coisas, falou de novo ao coração dele e ele acabou indo embora.
Quando já havia descido quase todo o monte, passou por um grupo de evangélicos, que oravam e do meio deles, alguém gritou bem alto: -Desce que eu já te entreguei a benção. Era a confirmação do Senhor.
Chegou em casa, ela estava repleta de pessoas, todos agarrados ao telefone e ele disse: - Amor, vai cedo ao hospital, porque o Samuel foi curado, era 4:00 horas da manhã.
Quando cheguei ao hospital, as enfermeiras não entendiam nada, disseram que o Samuel, saiu do coma as 2:00 hs da manhã e chorou muito de fome, mamou 200grs, depois de 8 dias, desacordado e estava muito bem. DEUS E TREMENDO!!!! DEUS E FIEL!!!!!!!!!
Lembro-me, como se fosse hoje, uma enfermeira arrumava o berçário e disse, que o doente quando entra em fase terminal, ele costuma ter melhoras súbitas, mas são melhoras pra morte. Eu não recebi aquelas palavras, eu sabia que Deus o tinha curado.
Os médicos disseram que ele poderia ficar retardado, era pra observa-lo, até que fizesse um ano, pois estava com SEPTICEMIA, uma infecção generalizada e não tinha anticorpos, para resisti-la.
Meu filho, foi curado.
Enquanto eu estava no hospital, o Senhor deu uma visão ao meu marido: Disse a ele, que nunca mais seríamos os mesmos e que aonde fôssemos, levantaríamos intercessores.
Nós havíamos, prometido ao Senhor, que se nosso filho fosse curado, iríamos levantar um exército de intercessores, levaríamos a mensagem de avivamento, por onde quer que fôssemos.
Já faz 12 anos, que tudo aconteceu, já mudamos 27 vezes, aonde vamos anunciamos, que Jesus é real e ele pode mudar qualquer história.

Entende, porque não posso me calar?Você pode todas as coisas, naquele que te fortalece. Acredite, Deus pode mudar a sua história. Com amor do nosso Senhor Jesus Cristo

terça-feira, 12 de maio de 2009

Gula, o que é isto?


Gula é o consumo excessivo de alimentos ou bebidas. O consumo descontrolado, ou seja fora de hora, ou em grande quantidade é prejudicial à saúde. Nas festas Romanas (Rm.13.13) a prática da gulodice era uma constante, pois eles eram um povo festivo e que freqüentavam mais de uma festa no mesmo dia. Caso não comesse daquela fartura oferecida pelo anfitrião, seria uma ofensa, por tanto ele ia à primeira festa, comia e bebia de tudo e ao chegar na segunda festa o mesmo provocava o vomito, introduzindo o dedo indicador na garganta para que pudesse comer nesta segunda festa tudo que lhe fosse oferecido.

Talvez pareça difícil acreditar que em pleno século XX exista alguém que pratique tal ato, mas acredite, a famosa atriz Jane Fonda diz que o maior prazer dela é sentir o paladar de uma boa comida ou bebida e com isto ela confessa ser praticante da Gula.

Em I Pe.4.3 - “Porque é bastante que no tempo passado tenhais cumprido a vontade dos gentios, andando em dissoluções, concupiscência, borrachices, glutonarias, bebedices...”

Hoje, sendo uma nova criatura, temos que educar nosso organísmo adaptando-se a um novo hábito alimentar, fazendo as refeições necessárias para manutenção do fisiológico. Quando consumimos carne, leva-se por todo processo digestivo desde a mastigação devendo-se faze-la 32 vezes, depois a saliva, e por fim o suco gástrico, o período é de 48 horas, sendo que as demais alimentações 24 horas. A carne do porco não é proibida comer, não é isto que diz a Bíblia, mais alerta que ela pode causar doenças irreparáveis, devido o porco

ser um animal que não transpira e por esta razão toda impureza fica impregnada em sua roupagem provocando as doenças de citisicose e tenea sóles, isto é um verme que vai comendo tudo por dentro. Para você ter uma idéia, até a carne de um cachorro é mais limpa que a do porco devido ao cachorro transpirar pela língua. (Lv.11.7, Dt. 14.8, Is.65.4; 66.17)

Mas voltando ao assunto sobre a gula, quando o alimento é demasiado, ocorre alterações orgânicas e desequilíbrio de composições químicas produzidas pelo nosso próprio corpo, levando o indivíduo a sofrer um Infarto do Miocárdio, Hipertensão, entre outras que pode levar ao óbito. Temos o exemplo prático onde nosso organísmo produz 70% de Lipídeos (gordura/colesterol) e 30% é ingerido através da alimentação, porém quando se consome um grande volume de frituras ou alimentos ricos em lipídeos, pode provocar o entupimento das artérias (vasos sangüíneos) levando a necrose (morte dos tecidos) ocasionando a trombose e consequentemente o infarto localizado.

Portanto seja zeloso com o corpo que Deus te deu e cuide bem dele pois és santuário de Deus, habitação de seu Espírito.

Quero EMAGRECER(fazendo as pazes comigo)

A questão da obesidade ultrapassa - em muito - o aspecto meramente estético. Não se trata apenas de “querer estar em forma”, ou de ter (ou não) uma barriga “tanquinho”. A questão avança para a saúde e qualidade de vida.

A obesidade – excesso de peso corporal, aumento da reserva natural de gordura – tem sido discutida em várias esferas, e parece comprovado que os obesos se sentem prejudicados, reprovados e mesmo discriminados diante da vida. Já fisicamente, muitos tem pressão alta, diabetes, doenças cardiovasculares.

Porém, muitas pessoas de aspecto esbelto também sofrem hoje com diversos desequilíbrios. Há gente muito “bela”, mas com colesterol e triglicídeos altos. Há ainda os que sofrem de bulimia, anorexia, sentindo-se – dia após dia – infelizes.

A medicina e a farmacologia trabalham com denodo na solução dos problemas físicos e, de fato, alguns avanços aconteceram.

Mas será a obesidade um mero fato físico, derivado da genética, da ociosidade e da ingestão de alimentos inadequados, como aqueles bolos e bolachas deliciosos, repletos de gordura trans?

Há quem afirme que a ansiedade, a falta de motivação e os problemas emocionais são vilões tão prejudiciais, ou piores, que os descritos anteriormente.

Pensando assim, deveríamos buscar as fontes das soluções, como viver melhor, comer melhor, fazer exercícios regularmente, seguir uma dieta, buscar a orientação dos médicos e equacionar nossa alma.

O sábio Salomão diz: “De tudo que deves guardar, guarda seu coração, pois dele procedem as saídas da vida.”

Olhando de outra forma, é bem possível que tenhamos neste mundo mais “obesos espirituais” que físicos.

Pessoas que não se importam com suas ligações eternas, deixando de lado o DNA espiritual, que cabe aos filhos de Deus.

Eles se alimentam de tudo que é inútil para a alma: ódio, rancores, tristezas, medo, orgulho, mentira.

Ficam o tempo todo assistindo as tragédias que os cercam - derrotados em seus corações, como uma pessoa quer quer perder peso, mas não quer mudar de padrão, e fica o dia todo na frente da TV, comendo sem parar.

Parece interessante que você faça uma avaliação de sua possível obesidade espiritual, tome os “remédios” de Deus, e entre em ação na prática do bem.

Alimente-se da verdade, do amor, do respeito, do perdão e da beneficência, e logo será um atleta espiritual e, por que não, também um atleta físico, pois a paz interior ajuda-nos em tudo, até na determinação de perder uns quilinhos.

O coração alegre aformoseia o rosto; mas pela dor do coração o espírito se abate. Provérbios 15:13